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Olá,

Lampirídeos neotropicais são majoritariamente conhecidos a partir de espécimes machos, com quase metade dos gêneros sem fêmeas ou larvas descritas. É possível que estes animais sejam simbiontes de insetos sociais. Caso alguém encontre lampirídeos em cupinzeiros, peço que entre em contato comigo através do e-mail moc.liamtoh|lflarievlis#moc.liamtoh|lflarievlis

Sou aluno de doutorado no PPG Ecologia/UFRJ.

Grato,
Luiz

Lampirídios inquilinos por Luiz Silveira (convidado), 05 Jun 2014 20:51

Preciso de ajuda as vezes tenho serviços de tratamento de térmitas mas não tenho experiência preciso de ajuda caso tenha conhecimento

contacte, pff 916031208

por Leandro (convidado), 13 Dec 2012 00:31

Tiago, boa noite, muito obrigado pela dica, pois ela me ajudou em muito, pois reforçou a minha ideia em utilizar esta técnica de iscas, abraços e estou a disposição.
Sérgio Ormondes

Olá Luiz,
Seja bem vindo! O site é bem recente, então somos todos novatos! ;-)

Sobre sua pergunta.. confesso que não sou a pessoa mais indicada para falar de métodos de coletas em ambientes urbanos.. mas posso tentar dar alguns conselhos..

Provavelmente os parques onde você coletará não permitirão que você use métodos de coleta padronizados com parcelas (o que mais vem sendo utilizado em trabalhos ecológicos e faunísticos), pois eles são relativamente bem destrutivos (veja o trabalho Jones & Eggleton, 2000, por exemplo).

O que eu acredito que será possível para você, é utilizar iscas (principalmente porque você pretende ver bichos que são pragas). O que eu mais vejo sendo utilizado é: papel higiênico, papelão e estacas de madeira (pinus, por exemplo), mas dê uma olhada no trabalho Gromadzki, 2003.

Bom.. espero que tenha ajudado..
E outras pessoas que possam dar mais contribuições, fiquem a vontade!
Abraços,
Tiago Carrijo.

Caros colegas, sou novato por aqui, aluno do curso de especialização em entomologia urbana pela UNESP, preciso de ajuda em uma boa metodologia para coleta de cupins.
Sou biólogo de formação e trabalho como consultor para empresas controladoras de pragas urbanas, na graduação fiz um levantamento quanto a termitofauna de cupins em alguns bairros de nossa capital, e agora na especialização quero dar continuidade a este trabalho, porém, este levantamento será feito em um parque, li sobre algumas metodologias de coleta em grandes áreas e estou preocupado com a metodologia que irei utilizar, alguém pode me ajudar indicando uma literatura ou com idéias.
Não sei bem se utilizei o local certo para fazer esta pergunta, caso o espaço para isso não seja aqui, por favor, me perdoem.
Abraços.
Sérgio Ormondes.

Olá pessoal!

Como vocês devem ter notado, aqui do lado esquerdo da tela temos o espaço "Bibliografia", com acesso para os catálogos online, para o grupo no Mendeley e no Dropbox. Sobre esses dois últimos itens que irei falar. Resolvi colocar esses comentários e recomendações aqui no fórum, e não na própria seção "Bibliografia" para saber qual a opinião de vocês, as dúvidas, críticas, sugestões, etc. Assim podemos interagir mais e melhor, que é o objetivo do site como um todo!

O objetivo desses grupos é garantir acesso à literatura sobre cupins a qualquer pessoa interessada, ou seja, fornecermos uma biblioteca virtual sobre os cupins, sempre atualizada e catalogada. Para isso dividimos nossa biblioteca em duas partes: no Mendeley e no Dropbox.

O grupo Isoptera no Mendeley é onde colocamos apenas os metadados dos artigos e livros. Nele podemos aplicar filtros e fazer consultas pela web ou instalar o programa em nossos computadores pessoais e trabalhar offline. O ingresso no grupo Isoptera do Mendeley é livre, sem necessidade de convite ou autorização. Uma vez inscrito, as referencias serão automaticamente baixadas para seu computador e você poderá incluir novas citações, que serão compartilhadas com todos os usuários. Para que o grupo se mantenha organizado seguem algumas recomendações de uso:

  1. Para usuários novos, recomendo fortemente a leitura do "getting started" do Mendeley, lá tem informações valiosas em uma forma bem didática;
  2. Mantenha sempre uma cópia das citações em sua biblioteca pessoal, usando o grupo compartilhado Isoptera apenas para a troca de novas citações;
  3. Antes de incluir alguma citação, tenha certeza absoluta que ela não existe no grupo, assim evitamos entradas duplicadas e perda desnecessária de tempo e de espaço de armazenamento;
  4. Ao incluir novas citações, preencha todos os campos essenciais da maneira correta, assim todos podem usar as citações, sem ter que corrigir uma por uma;
  5. O mendeley tem um sistema de busca que preenche automaticamente os metadados pelo DOI, mas NÃO confie cegamente nele, é comum haverem alguns errinhos, portanto, sempre cheque os metadados;
  6. NÃO anexe os pdfs às referências, o mendeley tem uma capacidade de armazenamento online de "apenas" 500Mb. Os arquivos devem ser armazenados no Dropbox. É melhor anexar os pdfs às citações em sua coleção pessoal;
  7. Após adicionar as referências que vc quer compartilhar com o grupo, clique no botão sincronizar e aguarde o upload das informações;
  8. SEMPRE mantenha backups das suas bibliotecas. O mendeley tem um sistema de criação de backups, mas pessoalmente também seleciono toda minha biblioteca e mando exportar como bibtex, assim tenho um backup em mãos caso o servidor falhe em restaurar sua biblioteca.

O Dropbox é o lugar onde os arquivos são armazenados. Ele é basicamente uma pasta criada em seu computador cujo servidor monitora constantemente. Tudo o que você acrescentar na pasta, ele fará o upload para a web e o download para os computadores dos demais usuários. Para ter acesso à pasta com os arquivos, o interessado deve mandar um email pessoal para o moderador do grupo solicitando o convite. Peço a gentileza que o interessado se indentifique, dizendo nome, instituição de origem e (se for o caso) orientador. Tudo isso pode parecer chato e excessivamente controlador mas infelizmente é necessário por alguns motivos:

  1. Alguns artigos tem restrições de copyright, portanto não podem ser livremente disponibilizados (com o convite a distribuição não é livre);
  2. O usuário que tiver acesso à pasta Isoptera, em teoria também está conectado aos computadores de todos os demais usuários;
  3. Como disse acima, tudo o que um usuário coloca no grupo, vai parar no computador de todos os demais, e não queremos pessoas não ligadas à termitologia com poderes de colocar material inadequado (ou até prejudicial) em nossos computadores;
  4. O Dropbox tem mecanismos de evitar que um usuário delete todos os arquivos de seu computador e dos demais, mas não sei se isso é 100% garantido;

Portanto, recomendo alguns procedimentos quanto à pasta do Dropbox:

  1. Mantenha sempre os seus arquivos em outro local, não compartilhado. Faça do grupo no Dropbox, assim como no Mendeley, apenas um local para compartilhamento;
  2. Sempre que inserir uma citação no Mendeley, coloque o arquivo no Dropbox, e vice-versa, assim todos teremos acesso ao pdf e aos metadados;
  3. Antes de inserir um arquivo no Dropbox, certifique-se que ele não existe no grupo;
  4. ATUALIZADO: Nomeie o arquivo sempre com o último nome do(s) autor(es), ano de publicação e título do artigo, separados por ponto e espaço (e.g. "Adam et al. 2012. The role os the harvester termite, Trinervitermes.pdf"). Isso mantém os arquivos organizados e facilmente localizáveis;
  5. Salve o arquivo na pasta com a inicial do último nome do primeiro autor (no expemplo acima (Adam…) na pasta A);
  6. Salve os arquivos preferencialmente em PDF ou, se o tamanho for muito grande, em DJVU.

Bom, é isso pessoal, espero que vejam essas recomendações não como empecilhos ou excesso de rigidez, mas sim como sugestões para que todos nós possamos desfrutar ao máximo dessa coleção que certamente é uma das maiores (se não for a maior!) coleções compartilhadas sobre cupins do mundo.

Qualquer dúvida, comentário ou sugestão será bem vinda!
Danilo Oliveira

Bibliografia por daniloelodaniloelo, 13 Jun 2012 19:49

O Simpósio foi muito bacana!!! Muitas ideias para amadurecermos e agora com mais esse espaço para continuarmos as trocas… Vamo lá galera, rumo ao II Simpósio Brasileiro de Termitologia .

Então cara, movimentando um pouco mais isso aqui, vou dar minha opinião.

Achei que para um primeiro evento, foi excelente! A Hélida, o Alexandre e toda a galera que realmente "carregou o piano" se saíram muito bem. No meu caso em particular, eu sugeriria que, no próximo evento, os organizadores checassem os temas das apresentações pra evitar temas repetidos. Como todo mundo sabe, o Ives e eu apresentamos exatamente o mesmo tema, o que foi bem chato pra ambos e imagino que pra quem estava assistindo também, porque poderiam estar vendo algo novo. É isso aí, no próximo é torcer pra que também seja um sucesso!

Danilo Oliveira

como funciona? por Tiago CarrijoTiago Carrijo, 11 Jan 2012 04:30
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